
Lembrei de quando achava ser mais fácil escrever sob o manto protetor de um apelido obscuro do que usar nome próprio (ou o próprio nome).
Mais tarde, experimentei aquela curiosa sensação de invulnerabilidade, me achando poderoso.
Nem lá, nem cá.
O ideal é puxar a linhada e, na falta de peixe, reabastecer o anzol com nova isca e, tchum, lançá-la ao mar novamente.
Tchum!
Tchum!

0 comentários:
Postar um comentário