26/09/2008

Dentro da linha “surto, logo escrevo”...


Lembrei de quando achava ser mais fácil escrever sob o manto protetor de um apelido obscuro do que usar nome próprio (ou o próprio nome).


Mais tarde, experimentei aquela curiosa sensação de invulnerabilidade, me achando poderoso.


Nem lá, nem cá.


O ideal é puxar a linhada e, na falta de peixe, reabastecer o anzol com nova isca e, tchum, lançá-la ao mar novamente.

Tchum!

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